Alckmin instala oficialmente gabinete de transição e confirma Mercadante, Gleisi e nomes da economia e assistência social

Vice-presidente eleito também disse que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, cujo nome foi ventilado na imprensa, "deve participar" de algum dos grupos técnicos

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Da esquerda para a direita: Luciana Santos, Aloizio Mercadante, Geraldo Alckmin e Gleisi Hoffmann (Foto: Reprodução)
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O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) assinou, nesta terça-feira (8), a portaria que instala o Gabinete de Transição e confirmou alguns dos nomes que integrarão a coordenação e setores estratégicos como a Economia e a Assistência Social.

O ex-ministro Aloizio Mercadante (PT) será coordenador do grupo técnico do gabinete de transição e o ex-deputado federal Floriano Pesaro (PSDB-SP) foi escolhido como coordenador-executivo do gabinete de transição. Já a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do PT, foi nomeada como coordenadora da articulação política do gabinete de transição. 

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Para a Economia, foram confirmados os nomes de André Lara Resende, Guilherme Mello, Nelson Barbosa e Persio Arida. Arida e Lara são considerados os pais do Plano Real, que conseguiu debelar a hiperinflação no Brasil nos anos 1990. Já Mello, auxiliou na redação do programa de governo de Lula.

No grupo técnico de Assistência Social, o vice-presidente eleito anunciou a confirmação das participações de Simone Tebet, Marcia Lopes, Tereza Campello e André Quintão.

Alckmin também disse que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, cujo nome foi ventilado na imprensa, “deve participar” de algum dos grupos técnicos. Serão 31 áreas temáticas, como Saúde, Emprego, Previdência. Os nomes serão anunciados aos poucos nos próximos dias, tendo o vice-presidente eleito confirmado que fará mais anúncios nesta quarta-feira (9).

Questionado se os nomes que estão sendo anunciados hoje podem fazer parte da equipe de governo, Alckmin respondeu que o presidente eleito, Lula (PT), deixou claro que “os que fazem parte da transição não têm relação direta com o governo. Podem participar, mas são relações distintas.”

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