Chefe da ONU apela à calma no Cazaquistão

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu às várias partes do Cazaquistão que evitassem a violência e promovessem o diálogo para enfrentar a situação volátil, disse o porta-voz na quinta-feira.

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O organismo mundial continua acompanhando a situação no Cazaquistão muito de perto e tem havido vários contatos entre as Nações Unidas e as autoridades nacionais, incluindo uma ligação na manhã de quinta-feira entre a representante especial do secretário-geral para a Ásia Central, Natalia Gherman, e o vice-ministro das Relações Exteirores do Cazaquistão, Akan Rakhmetullin, segundo Stephane Dujarric, o porta-voz.

“Durante estes intercâmbios, apelos para exercer contenção, abster-se da violência e promover o diálogo para lidar com a situação foram reiterados por Natalia Gherman em nome do secretário-geral”, disse Dujarric em uma coletiva de imprensa diária.

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Sobre relatos de vítimas, ele disse que é difícil para as Nações Unidas confirmá-los.

“Mas o que está claro é que todas as manifestações precisam de ser pacíficas. As pessoas têm o direito de expressar as suas queixas. Mas isso precisa ser feito de forma pacífica. As forças de segurança precisam de proteger esse direito e agir com moderação”, disse ele.

As Nações Unidas foram informadas na manhã de quinta-feira pela Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO) sobre o deslocamento de tropas para o país.

“Para nós, o importante é que as forças de segurança, sejam cazaques ou não, respeitem os mesmos padrões de direitos humanos, demonstrem moderação e protejam os direitos das pessoas de se manifestarem pacificamente”, disse o porta-voz.

Até 101 funcionários internacionais e 530 funcionários nacionais estão sob os acordos de segurança da ONU no Cazaquistão. Todos estão seguros e sob controle, disse Dujarric.

Ao falar sobre a situação no Cazaquistão em uma coletiva de imprensa regular no dia 6, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, disse acreditar que as autoridades do cazaques podem resolver o problema adequadamente e espera que a situação estabilize o mais rápido possível.

Wang Wenbin disse que a China e o Cazaquistão são vizinhos amigáveis e parceiros estratégicos permanentes. A China acredita que o que está acontecendo atualmente no Cazaquistão são assuntos internos do país e acredita que as autoridades locais podem resolver o problema de maneira adequada.

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