Empresário belga em Xinjiang refuta acusações de “trabalho forçado”

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Um empresário belga que opera uma empresa na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, no noroeste da China, refutou as acusações de “trabalho forçado” na região.

Falando em uma videoconferência na quarta-feira, Decombel Danny Camiel disse que tem contato com agricultores de algodão em Xinjiang há mais de uma década e nunca viu nenhum “trabalho forçado” ou violações dos direitos humanos.

O empresário abriu uma empresa de fertilizantes em Xinjiang e, por isso, tem contato frequente com agricultores locais de algodão.

Ele disse que as pessoas em Xinjiang são calorosas e hospitaleiras, e que pessoas locais de diferentes grupos étnicos se reúnem para celebrar festivais.

Cerca de 120 pessoas, incluindo embaixadores, diplomatas, funcionários da ONU, mídia chinesa e estrangeira e representantes de ONGs participaram da videoconferência, realizada pelo governo regional de Xinjiang e pela Missão Permanente da China nas Nações Unidas. O evento foi transmitido ao vivo pela UN Web TV e assistido por quase 1.000 pessoas.

Vários representantes da base de Xinjiang, incluindo mulheres de minorias étnicas e trabalhadores migrantes, compartilharam suas experiências na videoconferência, prestando testemunho sobre a estabilidade social e o desenvolvimento econômico da região e como as pessoas vivem e trabalham com paz e satisfação.

Zhang Jun, representante permanente da China nas Nações Unidas, disse que fatos e verdades sobre o desenvolvimento de Xinjiang estão lá para todos verem. Mais de 1.000 diplomatas, jornalistas e figuras religiosas de mais de 100 países visitaram Xinjiang, e todos ficaram profundamente impressionados com o desenvolvimento robusto da região.

Ele expressou a esperança de que a conferência permita que as pessoas ouçam as vozes reais de Xinjiang, vejam a realidade da região e ajudem a compreender uma Xinjiang real.

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