O plano da China para salvaguardar a segurança e a paz mundiais

A segurança é uma premissa do desenvolvimento, e a humanidade é uma comunidade de segurança indivisível. Por Wang Yunsong, Bao Han, Diário do Povo

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Em 16 de junho de 2021, a cerimônia de premiação do 19º lote de tropas de paz chinesas para o Líbano foi realizada na vila de Sinya, no sul do Líbano. Todos os 410 oficiais e soldados receberam a Medalha da Paz das Nações Unidas. Foto: Liu Haowei
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Atualmente, as mudanças no mundo, nos tempos e na história estão se desencadeando a um ritmo sem precedentes. A humanidade ainda não deixou para trás a névoa da pandemia, a crise ucraniana está decorrendo e várias ameaças de segurança tradicionais e não tradicionais estão surgindo uma após outra, às quais se junta a mentalidade de hegemonismo da Guerra Fria. A paz e o desenvolvimento enfrentam sérios desafios. Um elevado número de países em desenvolvimento enfrenta riscos básicos de segurança. São disso exemplos o aumento dos preços do petróleo, riscos de inflação, crises alimentares, proteção dos direitos básicos das pessoas.

A China sempre se comprometeu a desempenhar um papel ativo na paz e segurança mundiais. Em 21 de abril do ano corrente, durante a cerimônia de abertura da Conferência Anual do Fórum Boao para a Ásia 2022, o presidente chinês Xi Jinping fez um discurso intitulado: “Juntar os desafios e criar o futuro por meio da cooperação”. No evento propôs pela primeira vez uma iniciativa de segurança global. Esta grande iniciativa responde claramente à questão da época de “que tipo de conceito de segurança o mundo precisa e como podem os países alcançar a segurança comum?”.

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Nenhum país pode alcançar sua própria segurança sem a segurança coletiva. Não é possível conseguir a segurança com base na insegurança de outros países. Antes, deve ser enfatizado o respeito e garantia da segurança de cada país, coordenada a manutenção da segurança em áreas tradicionais e não tradicionais, promovida a segurança regional por meio do diálogo e da cooperação, e dado igual ênfase ao desenvolvimento em prol da segurança perene.

A China adere à via do desenvolvimento humano pacífico e à cooperação mutuamente vantajosa. A China é o segundo maior contribuinte para a manutenção da paz nas Nações Unidas e o maior contribuinte de tropas entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. No que concerne à questão da Ucrânia, a China mantém uma posição objetiva e justa, sempre se empenhando em promover o diálogo, uma posição também defendida pela comunidade internacional, especialmente por um elevado número de países em desenvolvimento.

A China tem continuamente atuado no sentido de preencher a “lacuna de imunização” e garantir a disponibilidade de vacinas nos países em desenvolvimento. Mais de 2,1 bilhões de doses de vacinas foram fornecidas a mais de 120 países e organizações internacionais, e 600 milhões de doses de vacinas continuarão sendo fornecidos a África.

Para manter a paz e a tranquilidade mundiais, devemos abandonar a mentalidade ultrapassada da Guerra Fria. No mundo de hoje, muitos problemas de segurança são causados pela implementação do hegemonismo por países individuais. A Iniciativa de Segurança Global enfatiza o respeito à soberania e integridade territorial de cada país; a não ingerência nos assuntos internos de países terceiros; o respeito pela via de desenvolvimento e sistema social escolhido independentemente pelos povos de cada país; a adesão aos propósitos e princípios da Carta das Nações Unidas; o abandono da mentalidade de Guerra Fria; oposição ao unilateralismo e não envolvimento em faccionalismo; insistência em atribuir importância às preocupações de segurança legítimas de vários países; defesa do princípio da indivisibilidade da segurança e oposição à manutenção da segurança nacional com base na insegurança de outros países.

A proposta da Iniciativa de Segurança Global está em conformidade com a tendência histórica de globalização econômica, multipolarização mundial e democratização das relações internacionais, enfatizando que a segurança é universal, igualitária e inclusiva, e deve ser baseada no cumprimento dos princípios da ONU.

A China unir-se-á a todas as forças progressistas do mundo para promover a implementação da iniciativa e contribuirá com sabedoria e força para estabelecer soluções políticas para vários problemas internacionais e regionais, velando pela manter a paz internacional. 

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