Premiê da Bélgica: há que ‘fazer uma pausa’ para estudar efeitos das sanções antirrussas adotadas

Alexander De Croo, primeiro-ministro da Bélgica, falou de uma ainda maior dificuldade de impor um embargo ao gás da Rússia após a União Europeia proibir a importação da maior parte do petróleo.

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Os países da União Europeia (UE) deveriam “fazer uma pausa” na imposição de novas sanções contra a Rússia e analisar as consequências das medidas já adotadas, afirmou na terça-feira (31) Alexander De Croo, primeiro-ministro da Bélgica.

“Do lado da Bélgica, acredito que o sexto pacote foi um grande passo em frente, e creio que devemos fazer uma pausa agora. Temos que implementar este pacote e estudar seus efeitos”, disse De Croo antes do início do segundo dia da cúpula da UE em Bruxelas, Bélgica.

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O premiê também sublinhou que “a decisão sobre um embargo do gás russo será ainda mais difícil de ser tomada”.

Na segunda-feira (30), durante o primeiro dia da cúpula da UE em Bruxelas, os líderes do bloco concordaram em introduzir um embargo parcial de petróleo contra a Rússia, desbloqueando a implementação do sexto pacote de sanções antirrussas.

O novo pacote também inclui a desconexão de três bancos russos do sistema de pagamentos internacional SWIFT, uma proibição de três canais de televisão russos que transmitem na UE e uma série de sanções individuais.

Espera-se que o novo pacote de sanções seja acordado já nos próximos dias.

Os cinco pacotes de sanções impostos pela UE até agora em resposta à operação militar especial da Rússia na Ucrânia visaram várias centenas de políticos, empresários, militares e outros indivíduos russos, além de aviões, bancos, empresas, mídia e navios. Além disso, o bloco europeu congelou vários ativos de bancos russos, incluindo mais de € 300 bilhões (R$ 1,53 trilhão) do Banco Central da Rússia.

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