Trabalhadores de Xinjiang compartilham histórias para refutar calúnia de “trabalho forçado”

Trabalhadores de empresas de tecnologia na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, no noroeste da China, compartilharam suas histórias pessoais, denunciando mentiras sobre "trabalhos forçados" na região, durante um simpósio na quinta-feira.

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“Ao adquirir conhecimentos e qualificações, muitos agricultores como eu se tornaram trabalhadores, mudamos nosso destino e realizamos nossos sonhos de enriquecimento”, disse Hekiram Rahinm, diretor do departamento de produção da empresa de biotecnologia Xinjiang Chengrun Jinlan.

Hekiram Rahinm se formou na Universidade Vocacional de Urumqi em 2017, com especialização em gestão empresarial. Ele aprendeu rápido e foi promovido logo após entrar na empresa. Agora aufere um salário mensal de 7.600 yuans (US $ 1.194).

Bulal se formou na Universidade Industrial Técnica de Xinjiang, em manutenção de equipamentos químicos. Cerca de um ano depois de entrar na Xinjiang Blue Ridge Tunhe Polyester Co., Ltd., ele foi promovido a chefe da equipe de inspeção do departamento de gestão de qualidade.

Suas condições de vida estão melhorando e ele comprou um apartamento na cidade de Changji. “Minha próxima meta é me tornar engenheiro. Estou muito confiante”, disse.

Tajigul Abdumijit trabalha em uma empresa de tecnologia na província de Kashgar. Sua renda anual é de cerca de 70.000 yuans.

“Com um emprego e uma renda estáveis, posso poupar alguns fardos à minha família e estamos vivendo uma vida feliz”, disse, acrescentando que sua família está cheia de esperança para o futuro. A nova casa conta com pomares e a família comprou entretanto novos eletrodomésticos e máquinas agrícolas modernas.

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